Proposta

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O deputado responde...

Em seu primeiro mandato como deputado estadual, o médico gonçalense José Luiz Nanci conseguiu a liberação de muitas emendas e indicações parlamentares. O resultado disso, que ele define como "conquistas do povo e para o povo", vem se traduzindo em uma série de melhorias para São Gonçalo e outros municípios da região Metropolitana. No entanto, cidades de regiões como Norte e Serrana também foram atendidas. 

Os benefícios vão desde a saúde, sua área de atuação profissional, até o lazer e o entretenimento. Também não ficaram de fora setores como segurança, transportes, obras de infraestrutura e de ampliação do abastecimento de água (novos reservatórios da Cedae), entre outros. Apesar dos avanços para essas cidades, adquiridos pela sua atuação na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), onde atua como 4º Secretário, José Luiz Nanci se mostra bastante consciente sobre a realidade dos municípios. 

"Ainda há muita coisa para que os cidadãos tenham mais qualidade de vida, como melhorar os atendimentos da saúde e humanizar os transportes públicos, onde trabalhadores e estudantes passam horas sofrendo nos engarrafamentos, todos os dias, dentro de veículos inadequados, superlotados e sem ar-condicionado", avalia o deputado.

Deputado, o que o senhor tem feito para conseguir a liberação das suas emendas e indicações parlamentares junto ao Governo do Estado?

José Luiz Nanci - É importante explicar aos cidadãos que é preciso muita luta para que esses recursos sejam liberados. Apesar de haver a pré-disposição de o Estado atender às solicitações dos deputados, trata-se apenas de uma premissa, que, na prática, pode não se concretizar, então parece que o deputado não está buscando nada para seu povo. É preciso haver muita articulação política. Não basta somente apresentar a proposta, tenho que ficar cobrando. Imagine 70 deputados, cada um solicitando dezenas de investimentos. Mesmo estando há pouco tempo na Alerj, já consegui a liberação de importantes recursos, em dinheiro - mais de quatro milhões - e equipamentos, como exemplo ambulâncias, ônibus escolares e transportes para pacientes crônicos que precisam de locomoção. 

O senhor atua como médico há muitos anos, mas percebe-se que não se limita a lutar pela saúde, também se preocupando em buscar melhorias para outros setores da sociedade. Em quais outras áreas o senhor também fincou bandeiras?

José Luiz Nanci - Atuo como médico há quase 38 anos e conheço bem as necessidades dos municípios. Em especial a minha cidade Natal, São Gonçalo, e as cidades vizinhas. Converso muito com as pessoas. É claro que a saúde está entre as prioridades da população, mas quando falamos em qualidade de vida, precisamos enxergar que outros setores são imprescindíveis nesse processo de melhoria. Não adianta somente haver médicos e hospitais para tratar as doenças, também é necessário preveni-las, oferecer melhores condições de vida. Por exemplo, como uma pessoa pode viver tranquila enfrentando quilômetros de engarrafamentos todos os dias? O aumento do estresse é inevitável. Por isso luto muito por melhorias nos transportes e por obras de infraestrutura. Pode não resolver todos os problemas, mas amenizando aqui e ali, as pessoas passam a viver melhor.

Na sua visão, o quê deve mudar para melhorar o trânsito na região?

José Luiz Nanci - Nos primeiros meses do meu mandato (2011), ingressei com diversas solicitações ligadas ao tráfego urbano e ao transporte coletivo de passageiros. Durante anos, os governos não investiram na infraestrutura das estradas e vias de acesso aos municípios. Hoje, o trânsito é esse caos. Assim, solicitei ao DER a duplicação da Avenida do Contorno, obra que está em andamento. No início deste ano, me reuni com técnicos da Auto Pista Fluminense para apresentar demandas no trecho Niterói-Manilha da BR-101. As obras estão sendo realizadas. O projeto prevê 18 pontos de ônibus, com baias para os coletivos, calçamento, cobertura e iluminação. Em outra fase, vão ampliar em mais uma faixa as pistas nesse trecho, nos dois sentidos. Estou acompanhando. Entre outras intervenções que julgo indispensáveis, cito a minha busca pela modernização do Viaduto de Manilha. Aquela obra é ultrapassada e, além de dificultar a vida dos trabalhadores, estudantes e cidadãos em geral, atrapalha o desenvolvimento do Estado do Rio. Sim, porque ali é uma área de convergência entre duas rodovias federais (BR-101 e BR-493) e uma estadual (RJ-104), além de fazer ligação com o Complexo Petroquímico do Rio (Comperj). Ainda sobre esse tema, reforço a "briga" sobre a Linha 3 do Metrô, pela qual solicitei diversas vezes o investimento diretamente ao governador.

O quê deve ser melhorado nos serviços de transporte coletivo oferecidos à população?

José Luiz Nanci - Para o devido conforto dos trabalhadores, estudante e usuários em geral, acredito que todos os ônibus no Estado deveriam oferecer ar-condicionado. Além disso, deve haver aumento de oferta através do Metrô e das barcas. Propus ainda novas linhas de ônibus ligando São Gonçalo a Itaboraí e Maricá, neste caso um itinerário circular passando pelas três cidades, e ao centro do Rio, como Morro do Castro x Praça XV. Muitos bairros não têm essa opção. Novas linhas já foram criadas, como a que liga o Anaia, em São Gonçalo, ao Castelo, no centro do Rio (543D - Viação Nsa. do Amparo). 

Muitas comunidades de São Gonçalo moram às margens de rodovias e têm problemas de locomoção. O senhor pensou nisso?

José Luiz Nanci - Depois de vivenciar inúmeras histórias de pessoas que perderam parentes atropelados em rodovias, ao assumir como deputado em 2011, solicitei a instalação de duas passarelas na RJ-104 (Rodovia Amaral Peixoto). Uma na altura do bairro Vista Alegre (Km 16,5) e outra em Marambaia (KM 18). Fiz o pedido e cobrei bastante e ambas foram construídas. Procurei o presidente do DER-RJ, Henrique Ribeiro, e expliquei a necessidade dos moradores daquela região, que agrega mais de 50 mil pessoas. Mostrei a ele que muita gente já morreu nos dois trechos daquela estrada. Pedi outras duas na RJ-106: nos KMs 1 (Tribobó) e 8,5 (Várzea das Moças).

Ainda falando sobre qualidade de vida, o quê mais o senhor fez nesse aspecto?

José Luiz Nanci - Sobre esse ponto, São Gonçalo é um bom exemplo. Atualmente, o gonçalense encontra algumas opções de lazer e entretenimento, mas nem sempre foi assim e a cidade ainda é muito carente desse tipo de espaço. Através de uma indicação parlamentar minha, em setembro de 2013, consegui a liberação de R$ 500 mil para a revitalização urbana da Praia das Pedrinhas. A execução do projeto está sob a responsabilidade da prefeitura. Neste caso, através de convênios com a Secretaria de Estado de Obras, no âmbito do programa Somando Forças. Acredito ser preciso investir em opções de lazer e cultura na cidade. O gonçalense precisa ter escolha em sua própria casa. Um projeto de lei que apresentei propõe a criação da Política Estadual de Incentivo ao Turismo para o Idoso. O texto consiste em beneficiar os idosos que, em sua maioria, têm restrições de lazer e turismo, devido à baixa renda. Busco sempre estar atento ao novas possibilidades e transformo em projetos de lei.

E na área de infraestrutura, o quê o senhor conseguiu até agora?

José Luiz Nanci - Ao solicitar asfalto para várias ruas de São Gonçalo, consegui num primeiro momento obras para os bairros Santa Catarina, Barro Vermelho e Porto Velho, através do programa Asfalto na Porta. Pedi muitas vezes ao Pezão (vice-governador) e ao Hudson Braga (secretário estadual de Obras) e finalmente as obras foram realizadas. Sei que meu trabalho é grande, pois muitos outros bairros de São Gonçalo e de tantas outras cidades fluminenses também precisam de investimentos. Com esse princípio, também influenciei no programa Bairro Novo, que está levando obras de asfalto, pavimentação, drenagem de rios e iluminação a quase 300 ruas de 14 bairros do município gonçalense. São mais de 80 quilômetros de asfalto somente nesse pacote do governo estadual. Em agosto desse ano, assinei como testemunha o contrato inicial para a construção dos novos reservatórios da CEDAE, que vão atender bairros como Monjolos, Amendoeira e Santa Izabel. Também estive presente nos processos de implantação dos reservatórios Marques Maneta (Barro Vermelho), no Engenho do Roçado (Rio do Ouro) e do Colubandê.

Sobre a segurança pública, quais são os seus destaques?

José Luiz Nanci - Tenho buscado muitas coisas nesse sentido junto ao Governo do Estado. Já solicitei a reativação dos DPOs que foram desativados, assim como a criação de outros. Também aguardo resposta sobre a criação de um novo grupamento de bombeiros em São Gonçalo e, em 2012, consegui aumento nos efetivos dos batalhões de Polícia Militar da região: 7º (SG), 12º (Niterói) e 35º (Itaboraí). Entre outros projetos voltados para este setor, propus tornar obrigatória a instalação de câmeras de vídeo nas unidades educacionais da rede pública do Estado, em áreas com índices de criminalidades elevados. Sobre o tema segurança, consegui transformar três projetos em lei estadual. Um obriga fabricantes de telas e redes de proteção e guarda-corpos a colocar informações sobre a tensão máxima suportada pelo produto e a validade em suas embalagens; outro proíbe a venda de canetas laser para menores de 18 anos; e o último criou o Selo de Cumprimento do Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico (COSCIP), para evitar incêndios trágicos. Vale destacar que apresentei essa proposta em 2011, bem antes da tragédia ocorrida naquela boate (Kiss) no Rio Grande do Sul.

Deputado, por ser de extrema necessidade, a área da saúde sempre gera polêmicas. Quais foram as suas conquistas?


Solicitei equipamentos de ecocardiograma, ambulâncias UTI, ultrassom com dopler, mamógrafo, além da instalação de UPAs e a criação de novas unidades hospitalares em São Gonçalo e cidades vizinhas. Consegui a liberação de ambulâncias Niterói e São Gonçalo, mas continuo buscando outros investimentos. Outro projeto meu que se tornou lei no Estado instituiu o dia 19 de maio como o Dia de Combate às Hepatites Virais no Estado do Rio de Janeiro. Também por iniciativa minha, tornei obrigatório o monitoramento contínuo nas areias das praias do Estado. E a lista de leis de minha autoria continua, como o fornecimento obrigatório de vacinas contra catapora para crianças de até dois anos de idade; obrigatoriedade às empresas responsáveis pela coleta de lixo, em todo o Estado, a vacinar seus funcionários (garis) contra a hepatite A; a proibição da venda de seringas descartáveis a menores de 18 anos no Estado; a realização de exame de ecocardiograma em todas as crianças recém-nascidas que tenham síndrome de down; Também criei o Programa Fluminense de Saúde do Pé Diabético.

Entre os textos que aguardo aprovação figuram projetos de lei que visam a criação de uma campanha educativa e explicativa de prevenção à anorexia nervosa; a realização de exames oftalmológicos e otorrinolaringológicos nos alunos da rede estadual de ensino; e a instituição de meia-entrada para doadores de sangue, nos núcleos do Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti (Hemorio);   

Quando o senhor pensa em uma dessas propostas, o quê lhe vem à cabeça?

José Luiz Nanci - O objetivo é sempre melhorar a vidas das pessoas, solucionar seus problemas e tornar a convivência melhor. Os problemas, sejam financeiros ou de saúde, atrapalham a vida familiar. Quando falamos em responsabilidade sobre ampliar a qualidade de vida da população, estamos falando do dever que o Estado tem sobre isso. E eu fui eleito para buscar esses avanços, tenho ciência disso e pretendo continuar trabalhando muito para formarmos uma sociedade mais justa.




 

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